Não sei, não sei me expressar de forma correta. Não sei dizer como estou me sentindo e nem como desejo estar. Não consigo me descrever em pequenas e simples palavras e nem sei afirmar com toda certeza como estará meu coração semana que vem, amanhã e nem mesmo daqui a um segundo. Sou complexa de mais, chorona de mais e dependente de mais. Embora esteja vivendo uma tempestade de emoções, das mais diversas emoções não esqueci de nada, mas tomei uns analgésicos e a dor, aos pouquinhos, vai passando. E mesmo que venham ameaçar meu dia com chuva, eu farei com que faça sol! E a previsão do tempo de amanhã também é sol, um sol digno de praia. Mas amanhã é amanhã, embora eu saiba que também vou sorrir, vou começar a sorrir logo de hoje, porque a vontade pulsa em mim, anima tudo aqui dentro do meu corpo e eleva minha alma. E que seja escandalosamente leve o amanhã.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
Conclusão.
Muito em breve iremos cruzar uma esquina diferente. Isso vai mudar tudo. Mas, espero do fundo do meu coração – assim mesmo, com a inocência e sinceridade de criança – que nos encontremos um dia por aí. Sem muitas retensões ou obrigações. Sem um futuro traçado ou um passado que nos prenda a alguém além de nós mesmos. Guarde o que temos hoje em algum lugar quase nalcançável. Mesmo que seja só como bagagem de vida ou história pra contar para os filhos. Esqueça o que eu te disse sobre não errar. Faça isso várias vezes, o quanto precisar. Me enganei quando acreditei que poderia te mostrar o mundo com os meus próprios olhos. Use os seus – que aliás, vão me fazer falta nos próximos anos. Volte a ser aquele garoto ingênuo que conheci há alguns anos, mas só às vezes. Te garanto: Assim como eu, algumas pessoas merecem conhecer esse lado seu. Tente também sorrir mais e ligar menos para o que vão pensar. Má notícia: Sempre vão dizer alguma coisa. Entre tais verdades e mentiras, acredite em quem realmente ama você. Poucos, mas quase sempre o suficiente. Nunca enxergue tudo que vivemos como perda de tempo. Juntos, nós somamos e dividimos absolutamente tudo. Deixamos passar algumas coisas, talvez, mas essas se tornam insignificantes e vazias perto do que limentamos e cultivamos durante esses anos.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
autor desconhecido...
Talvez eu seja um masoquista. Talvez eu goste dessa confusão toda que há entre nós. No fundo, acho que prefiro nós dois juntos e infelizes, do que separados e felizes. Porque dói ficar longe de você, mesmo que “juntos” seja sinônimo de chorar, sofrer, e me machucar mais e mais. Dói não te ter por perto, nem que seja para brigar. E sim, eu insisto nisso, e não, eu não quero outro amor, porque nada foi suficientemente forte pra acabar com minha vontade de você.
sábado, 12 de novembro de 2011
complicated.
Eu conheci um menino tão lindo, tão inteligente, alto, másculo, e que usa meias referente aos pares. Ele gosta de crianças e por incrível que pareça curte as mesmas coisas que eu. Mas antes que você pense que eu tô te contando pra fazer ciúmes, eu estou te dizendo tudo isso porque eu comecei a chorar de repente. Tava ouvindo Nando Reis, e sabe, eu lembrei de tudo que a gente passou juntos.Tá vendo? Eu sou uma burra. Mas você, você também é. Burro por me deixar ir embora, burro por não lutar por mim. Te juro que só mais um pedido para que eu ficasse, eu ficava, e ficava pra sempre! Mas você, como sempre, disse que eu já era grande demais pra decidir o que fazer da vida. Mas vida, que vida? Vida sem você? (...) O cheiro desse menino que eu conheci é de perfume importado, você sabe o quanto sou tarada por perfumes. Mas eu largaria esse cheiro de Paris pelo seu cheiro doce. Tô chorando mais ainda. Por que você não me pega no colo, diz a ele que sou sua hein? Hein? Eu não queria demostrar jamais a necessidade que eu tenho de você, porque você é um idiota, sabe que me ama e não faz porcaria nenhuma. Você sabe o quanto me faz falta? Todos os poemas de Vinicius me lembram você, e os toques, os sorrisos, as piadas, são tão sem graça se não há você do meu lado. Mas tá bom, tô falando demais, né? Desculpa te dizer tudo isso, na verdade, eu só tô um pouco cansada, esquece o que eu disse, eu nem gosto mais de você.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
falta de mim.
Eu sempre acho que amanhã será o dia de mudar de vez, de me assumir por completo. Mas daí o amanhã chega e tenho uma imensa preguiça de sair da minha área de conforto, porque é bem provável que ninguém entenda. E dá medo encarar o que é definitivo. E porque é mais fácil reclamar da vida do que torná-la leve de sobreviver. Hoje eu sinto saudade e nem sei do quê. É uma angústia louca, um misto de vontade de chorar e de sorrir leve. Eu não sei citar motivos, mas alguma coisa me falta. Estou ao mesmo tempo feliz e deprimida, tenho companhia e nunca fui tão sozinha, tenho sucesso e nunca me senti tão fracassada. Eu crio mil planos pra mim e boicoto todos eles. Eu evito mudanças drásticas, sabendo que são meus impulsos mais interessantes e busco o conforto da mesmisse. É ridículo, não há surpresas. Ninguém nunca espera que eu saia dos meus limites. E todas as minhas experiências de falta de preocupação já me indicaram que seria bem melhor me assumir... Que eu me preocupo, que eu me importo, que eu sou uma tola por não saber administrar tudo isso do jeito certo. E essa falta... Na verdade eu sei, mas não queria saber... É falta de mim.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
TPM em quatro fases.
Segundo a visão masculina, dividiu-se a TPM em 4 fases principais:
Fase 1: A Fase Meiguinha
Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha, bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal. Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.
Fase 2: A Fase Sensível
Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:
- Você acha que eu estou gorda?
Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo "estou" ao invés da combinação "estou ficando", torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar. E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.
Fase 3: A Fase Explosiva
Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM. Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega a casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua.
Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Detalhe: Sem legendas. Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: -- Tá tudo bem?
A resposta é um simples e seca: "Ta" sem olhar na sua cara. Não satisfeito você emenda um "Tem certeza?", que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso "Teenhoo". Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que..
- Merda, viu!? - ela rosna de repente.
- Que foi?
A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:
- Você não liga pra mim! Tá vendo que eu tô aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita!
Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem! Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda!
O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate!
Cala sua boca!
Sua voz me irrita!
Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira.
Some da minha frente!
Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.
Fase 4: A Fase da Cólica
No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela. Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado "O que aconteceu?", você se pergunta. "Tudo bem". Você pensa: "Acho que ela se livrou do encosto". Pronto!
A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.
Pelo menos até daqui a 20 dias…
Obs.: Procura-se o autor do texto para receber um prêmio.
Fase 1: A Fase Meiguinha
Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha, bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal. Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.
Fase 2: A Fase Sensível
Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:
- Você acha que eu estou gorda?
Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo "estou" ao invés da combinação "estou ficando", torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar. E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.
Fase 3: A Fase Explosiva
Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM. Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega a casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua.
Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Detalhe: Sem legendas. Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: -- Tá tudo bem?
A resposta é um simples e seca: "Ta" sem olhar na sua cara. Não satisfeito você emenda um "Tem certeza?", que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso "Teenhoo". Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que..
- Merda, viu!? - ela rosna de repente.
- Que foi?
A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:
- Você não liga pra mim! Tá vendo que eu tô aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita!
Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem! Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda!
O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate!
Cala sua boca!
Sua voz me irrita!
Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira.
Some da minha frente!
Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.
Fase 4: A Fase da Cólica
No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela. Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado "O que aconteceu?", você se pergunta. "Tudo bem". Você pensa: "Acho que ela se livrou do encosto". Pronto!
A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.
Pelo menos até daqui a 20 dias…
Obs.: Procura-se o autor do texto para receber um prêmio.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
/apenassentir
Eu fico triste as vezes, mesmo que tudo esteja bem. Parece depressão, mas não é. Sou melancólica. Eu choro sim, eu lembro sim, eu penso sim, eu ainda amo sim, eu nunca esqueço não. Aqui dentro é assim, tem porta de entrada mas não tem de saída. Talvez porque eu não goste de deixar ninguém sair. Talvez porque eu goste de sentir as pessoas por perto, mesmo que elas estejam longe. Talvez porque eu tenha nascido assim mesmo..Intensa mesmo, exagerada mesmo. Tudo na minha vida é um exagero. Amo em demasia. E isso me faz sofrer, mas adoro ser desse jeito. Sofro mais que os outros, mas não sei ser diferente.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
nós.
Mas agora tá tudo bem. Aprendi que quanto mais superficialmente você costura uma relação, menos chance há de se afogar. Navegar é preciso, o negócio é não faltar nas aulas sobre como boiar em águas nem doces nem salgadas. Hoje posso dizer convicta que prefiro o clarão das aparências que a penumbra de mergulhar fundo, sem saber como respirar abaixo do chão. Agora, como boa marinheira de incontáveis viagens, finalmente sei como desatar nós.
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